Nossos alunos escrevem assim
Correntes invisíveis
Temos em mente um conceito de escravidão que remete apenas à sofrida história que já tão bem conhecemos: índios e negros sendo torturados, trabalhando incessantemente e sofrendo muitos abusos. Mas... e nós? Somos totalmente livres?
São poucos os que percebem que de forma indireta e camuflada somos, estrategicamente, manipulados a seguir regras e exigências de um governo que faz de nós verdadeiros prisioneiros.
Somos “escravos” do mundo, vivemos em uma sociedade submissa, na qual por mais que digam o contrário, não temos plena liberdade de expressão.
Com a desigualdade social somos impedidos de progredir, pois nem todos têm os mesmos direitos e condições de lutar pelo o que desejam.
A falta de conhecimento e informação combinada à concentração de poder e riquezas, em mãos quase sempre erradas, gera restrições e precariedades que deixam as pessoas impotentes para mudar sua realidade.
Revoltas populares com união, perseverança e sabedoria poderiam solucionar essa situação, quebrar de vez essas correntes invisíveis que nos aprisionam e nos impedem de evoluir para que mudássemos a história e alcançássemos, efetivamente, nossa liberdade.
Alunas: Bruna Karoline Tatematsu
Jéssica Noda
Letícia Betella Rosin
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